quarta-feira, 30 de março de 2011

Estou pronta ou já passou da hora?

       O tempo é uma coisa relativa.Parece cedo de mais para algumas coisas e tarde de mais para outras.Estaria eu pronta para uma mudança radical?Não mas estou me preparando para isso.
       Aqui,estava começando a ter minha independência financeira mudando para a Suécia volto ao ponto 0 novamente.Em quanto tempo vou aprender o idioma?Quando estaria apta para entrar em uma Faculdade?Quantos anos gastaria para terminar um curso na Universidade por lá?Devo mudar de área ou tentar validar o meu diploma?Como é a atividade turística por lá?Quanto pagam?Onde fazer os contatos?
      Estou pronta para mudar meu estado civil de solteira para casada?Tenho responsabilidade suficiente para cuidar e manter um lar?
      Guardarei meus princípios espirituais ou me desviarei do caminho estreito que já tenho entrado?

Sou muitas perguntas mas já tenho algumas das respostas e vocês como vão?

Abraços


    

sexta-feira, 18 de março de 2011

Muito muito muito feliz!

  Já fazia um tempinho que eu não aparecia por aqui,mas é que aconteceram algumas coisas que me jogaram no chão e do chão aos pulos de felicidade!
  Eu não estou pronta para falar sobre isso aqui ainda,eu nem sei se estou pronta de fato para toda essa mudança, que parece ser em longo mas na verdade é em curto tempo.
  Eu tenho tantos motivos para estar feliz neste momento que nem parece que foi eu mesmo que à alguns dias atrás estava perdida e triste sem saber o quê fazer.
   Vou precisa de força e coragem extra e claro conselhos de vocês também!

FELIZ FELIZ FELIZ!!!

 

quinta-feira, 10 de março de 2011

Preguiça é duro viu!

  Se tem uma coisa que me deixa irritada é trabalhar com gente preguiçosa que fica empurrando as coisas com a barriga e deixando tudo sempre para os demais resolverem.As vezes são coisas simples mas a preguiça não os deixam colocar a mão na massa.
   Sabe quando você volta de folga depois de 3 dias e ainda vê que têm emails marcados como não lidos e o motivo foi simplesmente porque foi  com você que fizeram o primeiro contato por telefone?Já aconteceu de ocorrer over booking por causa de umas atitudes como essa.
   Parece que ninguém gosta de fazer reserva para grupo e acaba que sobra sempre pra mim,problemas com nota fiscal,telefone,sistema de reservas...
   Quisera eu que no mínimo o meu salário fosse maior que o dos preguiçosos de plantão.

terça-feira, 8 de março de 2011

Dia Internacional da Mulher

  Este é um texto que encontrei na internet a respeito da  situação das mulheres na China.Hoje é comemorado o Dia Internacional da mulher e situações como essa fazem-nos o quanto ainda precisamos evoluir e o tamanho da luta que nós mulheres ainda temos que enfrentar para melhor reconhecimento.
  Sabemos que sinais de preconceito contra a mulher estão em todo lugar,mas infelizmente não dá para colocar tudo em um post só.
  Gostaria de desejar a todas vocês um Feliz Dia das Mulheres e muita força.


CHINA: a tragédia do filho único
Conforme os resultados do recenseamento publicado em Pequim, em 28 de março deste ano, a população da China teria chegado a 1 bilhão e 265 milhões de habitantes no fim do ano 2000. Teria havido um aumento populacional de 132, 12 milhões em relação ao recenseamento de 1990. A taxa de crescimento populacional - após o plano do filho único imposto pelo governo comunista em 1980, para frear o aumento da população - teria-se estabilizado em torno de 1,07 ao ano, (-0,4% em comparação à década de 80); enquanto a taxa de fecundidade por mulher em idade fértil caiu para 1,8 filho contra os 4 filhos dos anos 70. Todavia, o que criou graves problemas foi a diferença entre as meninas e os meninos recém-nascidos, que se agravou com esse plano do filho único.
Pela lei biológica de sobrevivência da humanidade, a diferença entre os sexos deveria ser de 102-106 meninos para 100 meninas.
A média nacional na China é de 117 meninos para 100 meninas, chegando, em certas províncias do interior, a 163,8 meninos.
As conseqüências são graves porque, na idade de casar, não há um número suficiente de moças para todos os rapazes. Para amenizar essa situação, as famílias em boa situação financeira tentam importar, ilegalmente, mulheres de países vizinhos, mas existe o perigo de as noivas clandestinas receberem multas e serem repatriadas, após um período nas prisões chinesas.
Se os moços não tiverem dinheiro suficiente para arrumar alguma moça chinesa ou para importar dos países vizinhos, não podem formar família, o que se transforma numa tragédia nas tradições culturais chinesas fundadas sobre o confucionismo.
O menino na China de sempre
O número de moças que falta já estaria na casa de milhões e as causas são facilmente identificáveis: elas foram vítimas de infanticídios, de abortos provocados pelos pais quando descobriam que o feto era uma menina ou foram abandonadas nas encruzilhadas das ruas quando recém-nascidas. Alguns pais as escondem e não as declaram ao Estado, correndo perigos de sanções e prisão, se forem descobertos.
Na China, a preferência dos pais pelo filho de sexo masculino é uma tradição profundamente arraigada, desde a idade feudal. No filho homem, concentra-se a responsabilidade de manter os pais quando idosos, de possibilitar-lhes um enterro solene, de fazer as oferendas sobre os túmulos deles para as necessidades após morte, conforme a tradição confuciana. Somente o filho homem é o único herdeiro dos bens da família.
A menina, pelo contrário, é destinada a se casar pouco importa se gostar ou não, se for amada ou desrespeitada pelo marido. O divórcio ou separação está fora de discussão. Uma vez casada, ela está casada para sempre e pertence à família do marido, exatamente como na sociedade feudal. Ela deve gerar filhos, possivelmente homens, para o marido e fazer sua vontade.
Até pouco anos atrás, o símbolo da submissão da mulher era a prática de impedi-la que desenvolvesse pés normais, por meio de bandagens que lhes eram impostas desde os primeiros anos de vida. Esta prática iniciou-se nos anos da dinastia dos Tangs (618 - 907) e foi eliminada pelo regime maoísta. Os pés pequenos eram uma maneira de tolher-lhes a liberdade de movimento, de modo que a mulher ficasse praticamente presa em casa e a moça que não tivesse pés pequenos não era aceita como esposa.
A mulher após o regime maoísta (1949- 1979)
A China maoísta tentou libertar a mulher dessas discriminações dando-lhe, teoricamente, os mesmos direitos políticos, econômicos e socioculturais que os homens. Pela atual lei, teoricamente, estão proibidos os matrimônios arranjados, a mulher pode pedir o divórcio ou se separar, pode herdar e receber um salário em paridade de trabalho com os homens.
Apesar disso, as desigualdades continuam ainda em todas as fases de sua vida. A preferência ligada ao sexo é mais forte que a lei, especialmente no interior e nas regiões mais pobres da China. De fato, a lei e as conseqüências demográficas cedem diante do pragmatismo e da tradição que ainda preferem filhos homens e desconsideram a mulher na organização familiar.
As nefastas conseqüências do filho único
Em janeiro de 1980, quando a população chinesa já passava de um bilhão, o governo central lançou o "Documento nº 1" que tentava planificar os nascimentos com um conjuntos de medidas para limitar a um único filho por casal. Havia uma série de vantagens para quem se limitasse a um único filho, de multas e restrições civis para quem tivesse mais de um filho. Esse documento, com suas promessas e ameaças, fez baixar a natalidade nas cidades e na zona rural. Promovendo a política do filho único, o governo certamente não tinha a intenção de ressuscitar os conceitos feudais sobre a inferioridade da mulher, mas acabou por reforçar sua inferioridade e é isso que está acontecendo na China de hoje. Se um casal pode ter somente um filho, conseqüentemente vai querer um filho homem, sendo esta uma exigência cultural ainda profundamente arraigada no povo chinês. Se, por acaso, o bebê é menina, surge para o casal um gravíssimo problema ético e cultural: se ficar com ela, não pode mais ter o filho homem. A triste realidade é normalmente a morte ou o abandono da menina recém-nascida.
O infanticídio de recém-nascidas ou sua exposição nas ruas vêm de longa data e, nas cartas que os missionários enviavam, era denunciado como o pecado hediondo dos chineses. Hoje, quem visitar os orfanatos do governo ou da Igreja patriótica perceberá que lá existem somente meninas e raríssimos meninos, geralmente deficientes mentais.
O menino excepcional, não podendo cumprir seus deveres filiais, conforme os preceitos confucianos, é equiparado à menina, considerado inútil e um peso para os pais e portanto será abandonado a sua triste sorte: Morte ou orfanatos oficiais.
Uma denúncia da Comissão dos Direitos Humanos da Ásia, composta por católicos, budistas e islâmicos, registra que, nos anos 80, em regiões rurais e do interior, já faltavam 800 mil mulheres para casamento. Essas situação tornou-se cada vez mais grave, tanto que as autoridades do Comitê Central do Partido Comunista da China com o Conselho dos Negócios do Estado, em 7 de maio de 2000, publicou algumas notas, tentando esclarecer certos pontos do Documento nº 1, sem negar, porém, a política do filho único: "O governo autoriza uma certa flexibilidade na aplicação da política do filho único" e o porta-voz do governo da Comissão do planejamento familiar, Chen Shengli, explica que "o modelo familiar com um único filho jamais foi uma política de planejamento imposta aos casais ... mas somente um modelo de uma linha diretora de comportamento".
Diante da previsão de que, em 2010, a população da China vai ultrapassar um bilhão e 400 milhões de habitantes, um estudo atento dos novos documentos revela porém, que a política do filho único será retomada com força, como confessa o mesmo porta-voz, quando afirma que "este objetivo de manter aquém o número dos habitantes, será conseguido somente com a política do filho único por casal, política que iniciou em 1980".
Resumo do documento publicado pela Eglise d'Asie, em abril de 2001

segunda-feira, 7 de março de 2011

sábado, 5 de março de 2011

Reflexão

    Eu não tenho postado muito aqui no blog,não é nem por falta de tempo,é porque não estou me sentindo inspirada para escrever mesmo.
    É incrível como o tempo passa rápido e se não o aproveitar-mos para fazer coisas úteis passaremos dias sem notar que o tempo perdido não  volta mais.
    Logo logo,o carnaval já vai ter passado,enfim Páscoa,Dias das Mães,Festas Juninas,Dia dos pais,das crianças,chegou Natal e Já estamos em 2012 e sabe o quê mais?Continuamos os mesmos,dos planos que fizemos alguns foram esquecidos,outros abandonados no meio do caminho,ou achamos que não somos capazes de atingir nosso objetivo... tentar e não conseguir é uma coisa, e claro sempre podemos tentar de novo, mas deixar de tentar por comodidade,medo e preguiça não compensa.
    Fico admirada quando vejo  pessoas da 3° idade à todo vapor,e fico triste quando vejo outros tão jovens sem um pingo de motivação e interesse na vida.Não acreditam na mudança,se acomodam com tudo de ruim que vem e se esquecem que o 1° passo para um futuro melhor vem de nossos mesmos.
    Já foi dito antes que a "União faz a força" mas muitos ainda insistem no "Cada um por si e Deus por todos".Nada contra a preservar a sua individualidade contanto que não seja de forma egoísta.
    Está difícil encontrar amigos de verdade,temos medo de confiar e se decepcionar,as relações estão se tornando cada vez mais superficiais e o amor de muitos tem se esfriado.É triste ver que avançamos tanto e ao mesmo tempo regredimos também;há tanta crueldade e sujeira nesse mundo que a única coisa que nos faz permanecer de pé é a Esperança.
    Odeio guerras,odeio ver crianças sendo exploradas,odeio saber de pessoas inocentes sendo mortas,odeio toda essa desigualdade social,toda corrupção e não entendo como as alguns podem entrar pelo caminho errado mesmo sabendo que há sempre melhores opções...
    Aqui foi só um pequeno desabafo,sinta-se a vontade para fazer o seu também!

Bom fim de semana!